domingo, dezembro 18, 2005

Nós



Final, início.
Chão, Tecto.
E é para o precipício
O mal que te remeto.

Frio, calor.
Sol, Lua.
Contrários de fervor?
Verdade nua e crua.

Significado, significante.
Ouço-te, falo-te.
Mas é tudo importante,
Ou calo-me? Calo-te.

Silêncio, grito.
Sozinho, Irmandade.
Estou bem? Estou aflito?
Não sei. É a verdade.

Mal, bem.
Vestido, nu.
Contradiz? Detém?
Sou eu. És tu.

5 Comments:

At 3:04 p.m., Anonymous Anónimo said...

lindo... é msm isso!

 
At 3:50 a.m., Anonymous Anónimo said...

adorei o poema... ta mesmo fixe....
x kixeres escrever um pa mim tas a vontad... lol... deves ter mais k faxer...
filiz natali....
Fica bem .. um abraxo...

 
At 9:20 p.m., Anonymous Anónimo said...

Contradições... a vida enche-nos dela...mesmo depois de alcançarmos a plenitude de saber o k é o verdadeiro amor... Bj enorme... Poema lindo...

 
At 10:36 p.m., Anonymous Anónimo said...

sou a malukinha k as vexes comenta do teu fotlog :)

este poema esta simplesmente muito bonito... nao te conheço mas acredita k tenho gstdo mt de ler o k escreves..... esta mt bonito mm

beijokinhas grandes

 
At 8:28 p.m., Anonymous Anónimo said...

Imagina que sou uma branca folha de papel... Segura-me nas tuas mãos, sente a
leveza do meu ser, escreve em mim que me amas e o quanto me desejas, deixa-te
fluir naturalmente... agora Rasura-me! Apaga-me! Rasga-me depois! Espalha os
pedaços de mim pelo teu corpo, fica certo que vou recompor-me e o que
escreveste aparecerá... Faz de mim carta maldita, queima-me para que ninguém me
descubra, nega-nos, mesmo assim ficarei inscrita no teu corpo provando o que
escreveste e negaste...

Faby

 

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